← Todos os artigos
2 min de leitura
A música do casamento: DJ ou banda ao vivo, e como preparar a playlist
Pela equipa do MarryPrep

Os convidados esquecem os centros de mesa, mas lembram-se de como foi a noite, e a música faz grande parte desse trabalho. Um pouco de planeamento decide se a pista enche às nove ou esvazia às dez.
DJ ou banda ao vivo?
- Um DJ passa as gravações originais, cobre qualquer estilo e adapta-se à sala. Costuma custar menos e ocupar menos espaço.
- Uma banda ao vivo traz energia e sensação de grande ocasião, mas precisa de palco, eletricidade, passagem de som e mais orçamento, e tem um repertório mais limitado.
- Uma solução mista também funciona: um DJ durante a maior parte da noite e um músico ao vivo, como um violinista ou uma cantora, para a cerimónia ou a primeira dança.
Perguntas antes de reservar
- Já tocaram neste espaço e conhecem os limites de som ou o horário de fecho?
- Quanto tempo tocam e o que acontece se a noite se prolongar?
- Que equipamento trazem e têm um de reserva?
- Posso dar-vos uma lista de músicas obrigatórias e outra de músicas proibidas?
- Podem fazer de mestre de cerimónias, se eu pedir, e sentem-se à vontade com os anúncios?
- Posso falar com um casal em cujo casamento tenham tocado recentemente?
Os momentos que precisam de música
- A cerimónia: a entrada, a assinatura e a saída.
- O aperitivo e o jantar: música de fundo suave e calorosa.
- A primeira dança e as danças com os pais.
- A festa: subam aos poucos e mantenham o ritmo.
- A última música, a que as pessoas recordam.
Montar uma playlist que funcione
Escolham músicas de que gostam, mas lembrem-se de que na pista estarão também os avós e os amigos. Misturem gerações, ponham as mais conhecidas a meio da noite e não comecem pelas lentas. Uma lista curta de obrigatórias e uma lista clara de proibidas vale mais do que escrever todas as músicas.
Combinem os pormenores por escrito: os horários, o equipamento, o preço da hora extra e as músicas que mais importam. Depois, divirtam-se a dançar.


